Trilhas de São Paulo

Olá leitores queridos, queria me desculpar pela demora de um novo post, fiquei dodoí na semana passada e meu trabalho acabou acumulando um pouco, mas aqui estamos e hoje encontrei uma máteria super interessante sobre trilhas por São Paulo:
O Projeto “Trilhas de São Paulo” que foi uma iniciativa da secretária do meio-ambiente e da fundação florestal, pretende mostrar que um dos locais mais urbanizados do país também oferece ecoturismo para iniciantes e veteranos.
As 40 trilhas iniciais do projeto, distribuídas em 19 unidades de conservação por São Paulo, vão interligar ecossistemas, regiões e paisagens do Estado, assemelhando-se a outros programas internacionais, como o Appalachian National Scenic Trail (que interliga parte da Costa Leste dos EUA) e a Sendero de Chile (caminho que percorre de Norte a Sul do país).

Para estimular o desafio, foi criado o Passaporte para as Trilhas de São Paulo (vendido por R$ 5 na sede dos parques), um livrinho de bolso que traz um glossário e informações de cada um dos roteiros, com características e localização, mapa da área e nível de dificuldade do percurso (levando em conta tempo gasto para percorrê-lo, extensão, desnível, dificuldade do terreno e da atividade).
Fazem parte do passaporte trilhas nos parques estaduais de Ilhabela, da Campina do Encantado, de Campos do Jordão, Carlos Botelho, das Fontes do Ipiranga, Edmundo Navarro de Andrade, de Guarapiranga, de Porto Ferreira, do Itinguçu, de Assis, da Serra do Mar, do Jaraguá, de Vassununga, da Cantareira, da Ilha Anchieta, do Alto da Ribeira, Intervales, do Morro do Diabo e da Ilha do Cardoso.
Novas trilhas serão mapeadas para as próximas edições do passaporte, que também poderão conter informações de longos percursos (com duração de dois ou mais dias). Outro livro, voltado para as cavernas do Estado de São Paulo, também está nos planos.

Mais informações: http://www.trilhasdesaopaulo.sp.gov.br

Interessante não?

A Viajante

Spa atraí clientes com massagem feita por cobras em Israel

Olá queridos leitores!?!
Hoje vasculhando pela internet, encontrei um reportágem pra lá de bizarra interessante, quando pensamos que no mundo já existe de tudo, encontramos mais uma como essa aí:

No norte de Israel, há um spa que quebra todas as definições da expressão ‘massagem relaxante’. Em vez de mãos cuidadosas, o cliente é massageado por… cobras!

A dona do hotel, Ada Barak, garante que é possível relaxar com o contato com os animais, que provocam medo e aflição para a maioria das pessoas.

Ada utiliza cobras dos estados americanos da Califórnia e da Flórida, e garante que quem consegue superar o estranhamento inicial, acaba gostando – e muito – da massagem feita pelos répteis.

Seis cobras – todas não-venenosas – participam da sessão de massagem, que custa 300 shekels, o equivalente a cerca de R$ 140.

“É muito relaxante. Tem um efeito terapêutico fantástico, tirando a dor dos músculos e facilitando a movimentação”, afirma Ada.

“Tenho medo de cobras, mas realmente é muito gostoso”, confirmou uma das clientes do spa, Liz Cohen, em entrevista à Reuters.

A Viajante

Aventura a 65 km de São Paulo, conheça Atibaia!


Eu particularmente adoro este lugar, como moro em São Paulo é um bom refugio para o Fim de Semana ou simplesmente um bate-volta para descarregar as energias junto á natureza.
Trilhas, festas e muita aventura a apenas 65 quilômetros de São Paulo. Atibaia conserva o charme de uma cidade interiorana, com ótima infra-estrutura, diversas opções de divertimento para o turista e a famosa festa do morango, que acontece no mês de setembro. A infra-estrutura da cidade é boa, têm diversas opções de bares e restaurantes e muitos pontos turísticos interessantes, como praças, igrejas e museus.

É também uma ótima alternativa para os praticantes de vôo livre, trekking, para-glider e escalada, pois em Atibaia tem a bela Pedra Grande, uma área rochosa de 200 mil m², que está á 1.450 metros acima do mar. Lá de cima e com boa visibilidade é possível ver 7 diferentes municípios.

Falar de Atibaia é falar da Pedra Grande. A referência ao maior cenário turístico da cidade é inevitável. E não é por menos, nem por falta de merecimento. Além das grandiosas formas – avistadas com grande beleza em praticamente toda a cidade – estudos comprovam que são abençoados os que moram ao redor desta grande rocha.

Sua dimensão e formação geológica são responsáveis por um nível de energia cuja influência positiva se faz sentir intensamente até a um raio de 2.500 metros a partir do seu centro. A partir daí, surgem benefícios inúmeros, à saúde física, emocional e mental.
Atibaia conta com inúmeras opções de acomodação, como campings, albergues, hotéis econômicos e hotéis de luxo como o Bourbon Atibaia, subindo a Pedra Grande é possível encontrar a Ecopousada Pedra Grande, com boas acomodações e localização privilegiada em grande contato com a natureza.

Boas opções para turismo de aventura

Pedra Grande
Com 1.450 m é o ponto mais alto de Atibaia. De lá, pode avistar-se até os municípios vizinhos (Bragança Paulista, Piracaia, Jundiaí, Nazaré, etc.). Para chegar ao topo da pedra é necessário caminhar 4 quilômetros ou suba de carro que também é possível, porém o motorista tem que saber dirigir, então se caso tiver aquele amigo que é meio braço e tem um 1.0, peça para dirigir para não ter perigo de ficar atolado, mas sobre que sobre. Para os mais corajosos há a possibilidade de saltar de asa-delta e parapente.

Trilhas e caminhadas ecológicas
Visitando o Sítio Água Santa, o visitante terá a oportunidade de desfrutar de uma das mais belas paisagens da cidade. Localizado na serra da Pedra Grande, trata-se de uma ótima opção de entretenimento em Atibaia. Participe das trilhas e caminhadas que são realizadas em todos os fins de semana e feriados prolongados.

Trilha Subida
Essa trilha sai da estrada de Saibreiro e passa por inúmeras grutas e nascentes. A caminhada tem um total de 2 quilômetros e é de intensidade média.

Trilha do Cocoruto
Essa trilha sai da própria Pedra Grande e leva ao ponto mais alto da Serra do Itapetinga, oferecendo uma visão completa da região. São apenas 300 metros de caminhada leve.

A Viajante

Hotéis Inacreditáveis

Olá pessoal, para descontrair um pouco mais, vamos ver alguns hotéis inacreditáveis pelo mundo:

Dog Bark Park Inn - Cottonwod - Estados Unidos

Dog Bark Park Inn - Cottonwod - Estados Unidos

Suite

Suíte

Dog Bark Park Inn é um Bed & Breakfast e seus aposentos ficam dentro do maior beagle do mundo.

The Hobbit - Nova Zelândia

The Hobbit - Nova Zelândia

The Hobbit é parte do Woodlyn Park, uma coleção bizarra de hospedagens na Nova Zelandia, perto de Waitomo Caves.

Everland Hotel - Paris

Everland Hotel - Paris

Everland Hotel - Vista de dentro da suite

Everland Hotel - Vista de dentro da suíte

O hotel Everland localiza-se sob o topo de um prédio em Paris. É um hotel de um único quarto.

Giraffe Manor Hotel - Kenya - África

Giraffe Manor Hotel - Kenya - África

Os hóspedes todas as manhãs são visitados pela girafa que fica no pátio do hotel durante o Café da Manhã.

Gosto é gosto né?
Bizarro? Imagina…

A Viajante

Unique São Paulo

Unique São Paulo

Unique São Paulo

No formato de meia lua, fatia de melancia ou um navio, ai vai depender do ponto de vista de cada um, o hotel Unique se diferencia pela sua estrutura, demonstrando leveza sob um ponto de apoio aparentemente tênue. O renomado crítico do New York Times, Paul Goldberger, listou em 2004 este hotel paulistano entre as obras consideradas como as “sete maravilhas do mundo”.

Projetado pelo Arquiteto Ruy Othake, o Unique passa a falsa impressão de estar apoiado sobre duas empenas laterais de concreto, porém essas empenas servem apenas como apoio visual e contravento. A estrutura se apóia em duas empenas de concreto em sua fachada principal e posterior, que acabam por interagir com os pilares principais. Sua leveza se tornou possível graças a utilização de lajes protendidas e de concreto de alto desempenho.

O Hotel Unique, com sua forma arrojada e futurista, é uma prova de que quando a estrutura está em sintonia com a estética pode formar ícones da arquitetura. “A proposta foi a criação de um hotel urbano, criado para uma cidade cosmopolita como São Paulo”, explica Ruy. Ele destaca, ainda, que na extremidade, o concreto representa a modernidade da cidade. “É um elemento do modernismo, depende de uma tecnologia artesanal que só o Brasil faz, adequada à nossa condição sócio-econômica”, diz.

Localizado na Av. Brigadeiro Luis Antônio, próximo ao Parque do Ibirapuera, o Hotel Unique é o resultado de um projeto arrojado, que marca os contornos da cidade. Por dentro e por fora, o Hotel Unique surpreende com sua sofisticação e irreverência encontradas em cada detalhe.
O alto padrão de serviços e o conforto também são aliados desse projeto único, que marca a hotelaria de São Paulo.

Piscina

Piscina


O Hotel Unique dispõe de 95 apartamentos, com área entre 36 e 250m2. Todos possuem um mobiliário exclusivo e enormes janelas redondas, que privilegiam a luminosidade e a bela vista, todos os aptos contam com:

TV tela de plasma
Ar condicionado
Frigobar
Telefone
Cofre individual
Banheira de hidromassagem

O Hotel Unique oferece:

Piscina aquecida de vidrotil vermelho, com som sub-aquático, deck e solarium
Fitness center
Sauna
Massagens

Gastrônomia:

Restaurante Skye – localizado na cobertura, ao lado da piscina e do deck, oferece sushi bar, pizzas, saladas e gastronomia internacional.
The Wall – bar e cyber café localizado no lobby do hotel, oferece drinks e petiscos ao som de boa música.

Algumas curiosidades:

Um ambiente futurista te acompanha a cada passo, o elevador é escuro, só o chão é margeado por uma luz neon. O ambiente faz sentir que está em uma nave espacial de filme de ficção.
No quarto, amenities, creminho, sabonete, shampoo, condicionador da marca francesa L’Occitane. Roupão do estilista Alexandre Herchcovitch. Chinelinho Havainas branquinho de “presente”. TV de LCD giratória para você poder assistir seu programa favorito até do banheiro. Menu de travesseiros, lençóis muito macios, controle automático de luz, som e vedação de suas janelas redondas de 1,80m de diâmetro que lembra as janelas de um navio. O chuveiro parece uma cachoeira e a banheira de hidromassagem garantem um maravilhoso banho.
Não dexe de ir no bem frequëntado Bar/Restaurante Skye, costeletas de cordeiro é uma boa pedida. Na cobertura além do Skye há uma bela piscina vermelha, mostrando muito luxo e uma bela vista da cidade.
O café da manhã é caríssimo, 50 reais por pessoa, porém com um buffet completíssimo.

A Viajante

8 dicas para escolher um Albergue


Escolher um albergue nem sempre é fácil para os que nunca se hospedaram neste tipo de acomodação. Há lugares que é muito difícil chegar a uma conclusão, sendo que vários deles têm muitos defeitos e você acaba tentando escolher aquele que parece ter menos.

1º – Você realmente quer se hospedar em um albergue?

Não é todo mundo que gosta de albergue. A falta de privacidade e de serviços oferecidos em hotéis incomoda algumas pessoas, principalmente se estão viajando em casal. Quem busca albergue quer simplicidade, baixo custo, conhecer gente e não se importa com barulho. Se esse não é seu perfil, quem sabe não é melhor procurar um hotelzinho mais barato, como um Íbis da vida, ou até mesmo um mais simples perto de uma estação de trem – a diferença em dinheiro acaba não saindo tão grande se você está em 2 pessoas (se estiver sozinho, aí sai mais caro). Se o único problema é a privacidade, pesquise se o albergue que você quer não tem quartos para 2 pessoas, separados dos dormitórios coletivos. Sai um pouco mais caro, mas você aproveita o que a área comum de um albergue (o grande diferencial em relação a um hotel) tem a oferecer.

2º – Decidido a ficar num albergue, quanto você quer gastar?

Depois de ter decidido ficar em albergues, compreenda que a diferença de preços entre eles é bem pequena (às vezes, 1, 2 ou 5 euros), mas em compensação a qualidade pode variar drasticamente em função dessa pequena variação de preços. Cidades mais concorridas como Paris têm camas em dormitórios custando em média 20 a 24 euros. Lugares mais simples, no interior (Subúrbio), podem ter preços em torno de 8 euros a cada. O importante é que você não deixe de ficar num albergue ou em outro por causa de 1 ou 2 euros a mais por dia. Descubra a faixa de preços de cada cidade e tente se manter nela. Albergues vivem da fama que têm com seus clientes (propaganda de boca á boca) e quem apela para baixar os preços é porque não tem fama muito boa. Vale à pena abrir um pouquinho a mão e ficar naquele que todo mundo recomenda.

3º – Você quer sair à noite ou só passear de dia?

Essa pergunta é essencial para definir a localização do seu albergue. Se você é do tipo que não sai à noite, vai ser melhor escolher seu albergue em função dos pontos turísticos que deseja conhecer. Quanto mais perto deles, melhor. Se você gosta de sair à noite, escolha albergues próximos de bairros boêmios. À noite, geralmente o metrô fecha, os ônibus diminuem a freqüência e os táxis ficam mais caros. Além disso, nunca é bom andar sozinho e bêbado numa cidade estranha na escuridão.
Outra conseqüência dessa resposta é o fato de ser ou não importante o toque de recolher. Alguns albergues adotam a política do curfew(toque de recolher): a portaria fecha determinada hora da noite e só abre na manhã seguinte, ninguém entra e ninguém sai, salvo exceções como o pagamento por chaves extras. Se você quer sair à noite, evite albergues com curfew; prefira os que têm portaria 24hs ou que disponibilizam senhas e cartões para entrar sozinho no albergue à hora que você quiser. Se você não sai à noite, isso é indiferente.

4º – Você quer conhecer gente no albergue ou só vai usá-lo pela acomodação?

Conhecer gente em albergue é uma das melhores formas de aproveitar viagens feitas sozinho, grupo de amigos ou até em casal (Aqueles que sejam mais desencanados). Para isso, é essencial escolher albergues que tenham áreas comuns animadas, com barzinho, lounge, área coletiva para usar internet, piscina, sala de jogos, etc. Nesses ambientes, acaba-se conhecendo gente para jantar fora junto, sair à noite e até fazer partes da viagem juntos. Os mais badalados geralmente são os mais recomendados. Se já está com a sua turma ou sua namorada, isso vai ser meio indiferente para você.

5º – Você quer encontrar brasileiros no albergue ou não?

Tem gente que adora encontrar brasileiros no exterior; tem gente que odeia. Para evitar ficar só falando português no albergue, fuja dos albergues recomendados em guias escritos em português (como o “Guia Criativo para o Viajante Independente na Europa”) ou os mais comentados em comunidades brasileiras no Orkut. É neles que a maioria da galera se concentra. Se a idéia é encontrá-los, aí não tem erro – vá direto aos recomendados.

6º – Você quer cozinhar sua própria comida?

Verifique bem a política do albergue com relação à alimentação. Alguns disponibilizam cozinha coletiva, panelas, pratos, até mesmo massa para cozinhar, ficam próximos a supermercados, estimulando você a fazer sua comida. Outros simplesmente não têm cozinha e proíbem trazer alimentos de fora e alguns possuem restaurante que serve o café da manhã, almoço e jantar.

7º – Você quer paz e tranqüilidade ou agito?

Isso está muito ligado á 4ª questão referida acima. Pesquise se o lugar que você quer é do tipo certinho (alguns parecem um internato ou um convento de freiras) ou se é do tipo largadão (com histórias de sexo dentro dos quartos e uso de drogas tolerado). Não ser compatível com o estilo do albergue é dor de cabeça na certa. O lugar onde isso fica mais evidente é Amsterdam.

8º – Outras conveniências…

Procure saber coisas como possibilidade de reserva mediante simples pagamento de uma taxinha, ou necessidade de depósito integral das diárias. O horário de check in e check out (alguns mandam sair até às 10hs da manhã; outros só permitem que se chegue depois das 15hs) pode ser determinante na forma como você organiza suas viagens (por isso é aconselhável marcar viagens entre as cidades para o meio-dia). Procure descobrir se o seu albergue tem lock out (período em que é proibido ficar no albergue, para que a limpeza seja feita). Às vezes, isso pode ser um pé no saco se a sua intenção é sair até tarde e dormir até tarde no dia seguinte. Descubra, ainda, se o seu albergue tem lockers individuais ou se é só uma sala para guardar bagagens, ou ainda se há lockers em número limitado, para quem chegar primeiro. Nada melhor do que ficar tranqüilo em relação às suas coisas. Veja também se há café da manhã, se ele é opcional ou já está incluído na diária. Se for opcional e achar muito caro, talvez seja melhor tomar seu café numa lojinha de conveniência ali por perto ou mesmo numa feira livre.
Pronto agora é só confirmar a reserva antes de ir, para não ter problema se a cidade estiver lotada.
Lembrando que temos a Hostelling International para melhores pesquisas e destinos, galera vai aí o site: http://www.hihostels.com

A Viajante

Machu Picchu – Peru

Machu Picchu

Machu Picchu


Olá queridos leitores, desculpem a demora por um novo post, hoje vamos saber um pouco mais sobre Machu Picchu no Peru, os melhores lugares para se visitar.
Rodeada por um mágico silêncio, a 120Km do Cusco, sobre a vertente do rio Urubamba, está um dos mais belos monumentos arquitetônicos da terra. Considerado também como um lugar místico, gerador de energia vital, Machu Picchu (2.400 m de altitude) é admirável pela solidez da edificação, o equilibrado uso do espaço e o harmonioso complemento com o meio natural. O seu nome provém do vocábulario quenchua, que significa montanha velha. Está estrategicamente localizada para evitar a presença dos inimigos e rodeada por profundos cânions e impressionantes montanhas chamadas pelos incas de Apus ou deuses tutelares.
Machu Picchu foi totalmente construída em pedra, aproveitando todos os espaços, em harmonia com a funcionalidade. Destacam-se dois setores: a zona urbana, que compreende templos, palácios, praças, depósitos, ateliers, escadarias e fontes, entre outros: e a zona agrícola, conformada por vários tipos de escadarias ou terraços para o cultivo.
Santuário Histórico de Machu Picchu é uma área que foi tombada como Patrimônio Cultural e Natural da Humanidade pela UNESCO, em 1983.

Sugestão de roteiro:

Para melhor adaptação do corpo à altitude comece o passeio por La Paz. Fiquem pelo menos uns três dias na cidade. Faça as excursões locais. Custam em média US$ 14,00 cada.
Depois vá para Copacabana na Bolívia às margens do lago Titicaca (fica a quatro horas de viagem de La Paz em ônibus de turismo). O custo da passagem é menor que US$ 10,00. Durma pelo menos três noites aí.
Em seguida vá para Puno no Peru, também às margens do lago Titicaca (fica a duas horas de viagem de Copacabana em ônibus de turismo). O custo da passagem é menor que US$ 10,00. Durma pelo menos três noites aí.
De Puno siga para Cusco (são doze horas de trem ou dez horas de ônibus ou menos de uma hora de avião). O custo da viagem por terra é menor que US$ 15,00. De avião é de US$ 50,00.
E de Cusco siga para Machu Picchu (Em ônibus de turismo custo da passagem é menor que US$ 10,00) e fique lá em média 3 ou 4 dias.

Foto aérea da cidade de Lima

Foto aérea da cidade de Lima


Previsão de gastos:

Passagem aérea do Brasil até Lima (alta estação) US$ 500,00.
Diária de hotel em La Paz US$ 10,00.
Refeição em La Paz US$ 5,00.
Excursão (distante) em La Paz (1 dia) US$ 14,00.
Aluguel semanal de veículo (4×4) US$ 400,00.
Ônibus de turismo La Paz-Copacabana US$ 10,00.
Hotel em Copacabana US$ 7,00.
Refeição em Copacabana US$ 5,00.
Passeio às ilhas em Copacabana US$ 7,00.
Ingresso em ilha ou sítio arqueológico US$ 1,00.
Hotel em Puno US$ 10,00.
Passeio às ilhas em Puno US$ 7,00.
Ingresso em ilha ou sítio arqueológico US$ 1,00.
Excursão (distante) em Puno (1 dia) US$ 14,00.
Ônibus de turismo Puno-Cusco US$ 15,00.
Hotel em Cusco US$ 10,00.
Refeição em Cusco US$ 8,00
Excursão local US$ 10,00
Ingresso em museu ou sítio arqueológico US$ 1,00.
Trilha Inca por agência (inclui o ingresso) US$ 70,00
Ingresso para a Trilha Inca US$ 17,00
Acompanhante contratado (p/ Trilha Inca) US$ 25,00
Passagem de trem para Machu Picchu US$ 7,00
Você ainda pode reduzir estes preços se procurar hospedar-se em pousadas ou hotéis de categoria simples e também se viajar sempre de ônibus turístico (porém mais lentos).

Documentos exigidos:
Passaporte e comprovante de vacina contra a febre amarela (pode tomar no aeroporto internacional mais próximo de você – não se esqueça de pedir o comprovante internacional). Não é exigido visto para brasileiros.

Clima e temperatura:

O clima da região é semi-seco e frio. Chuvoso durante o verão (dezembro a março) e ensolarado entre maio e setembro, porém não são raros dias de chuviscos. A temperatura máxima alcança os 27 graus e a mínima raramente desce dos 11. Já houve casos em chegar a 4 graus centígrados.

Possível economia:

Conforme a época do ano (alta ou baixa temporada), as passagens aéreas para um mesmo local, tem preços diferentes. São mais caras nas altas temporadas. Os períodos são:
Altas temporadas de 10 de dezembro a 5 de março e de 25 de junho a 25 de julho.
Baixas temporadas de 06 de março a 24 de junho e de 26 de julho a 09 de dezembro.

Curiosidades:
-Em algumas cidades do Peru (em Lima, por exemplo) nas ruas e avenidas as quadras também são designadas por números. Isto facilita enormemente a localização das ruas transversais a uma determinada rua conhecida. Por exemplo, a Av. Casemiro Ulloa é transversal à Av. Benavides, entre as quadras 8 e 9.
-O lago Titicaca é o mais alto do mundo (3.815 m.s.). Sua água, em pontos distantes da margem, pode ser bebida. Suas dimensões extremas, em números redondos são 160 km x 60 km. Como ele pertence ao Peru e à Bolívia, os peruanos costumam dizer que “titi” é do Peru e “caca” (cocô) é da Bolívia.
-No povo Inca havia alguns costumes bastante avançados. Havia uma preocupação muito grande para que todas as crianças tivessem pais para criá-las. Antes de haver um casamento o casal vivia junto (com todas as obrigações conjugais) durante dois anos. Terminado este tempo, se quisessem, poderiam pedir permissão para casar. Também poderiam interromper a experiência em qualquer época, caso ela não estivesse dando certo. Durante a tempo de experiência a mulher tomava chás anticoncepcionais.
-Os Incas não possuíam escrita. A comunicação visual era feita por meio de cordéis coloridos, de tamanhos diferentes, paralelos, nos quais eram feitos nós.
-Os Incas cultivavam as encostas das montanhas empregando sistemas de terraços (grandes degraus), revestidos de pedra. Este sistema protegia as encostas das montanhas da erosão das chuvas. Estas construções existem até hoje.
-A maior festa de Cusco é a Inti Raymi a festa do deus Sol que acontece dia 24 de junho. Nesta ocasião não se encontram vagas nos hotéis de Cusco. É necessário fazer-se reserva com muita antecedência.
-Na região de Cusco fala-se Espanhol e Quéchua. Os discursos cívicos são feitos nas duas línguas.

Lago Titicaca

Lago Titicaca


A Viajante

Egito – الإسكندرية

Sárcofago de múmia no museu de Alexandria

Sárcofago de múmia no museu de Alexandria

Ontem conversando com um colega de trabalho, falamos sobre alguns destinos que temos vontade de conhecer, um deles foi o Egito, por isso hoje vai um post sobre este exótico lugar.

Certo provérbio árabe afirma que “quem não viu o Cairo não viu o mundo”. Tremendo excesso de modéstia: o certo mesmo seria dizer “quem não viu o Egito não viu o mundo”. A lista de lugares de visita obrigatória é grandiosa: as pirâmides (claro!), o Rio Nilo, Luxor, o Templo de Abu Simbel, o Templo de Hórus, em Edfu Berço de uma das mais importantes civilizações da Antigüidade, o Egito atrai viajantes desde muito antes do nascimento de Cristo não só pelos monumentos faraônicos, mas também por sua impagável riqueza artística e arquitetônica, legado das dinastias islâmicas que se sucederam no poder ao longo dos séculos. E também de gregos, romanos, dos primeiros cristãos…
No nordeste da África, banhado ao norte pelo Mar Mediterrâneo e a leste pelo Mar Vermelho, o Egito fica bem na esquina da Ásia. Faz fronteira com a Faixa de Gaza, Israel e Líbia. Quase todo o país é desértico, menos as margens do Nilo e o seu fértil delta: 4% do mais de 1 milhão de quilômetros quadrados do território, onde se concentra quase todos os 70 milhões de habitantes a segunda maior população da África e a maior do mundo árabe. Para o povo, o rio garante água e energia e possibilita a agricultura. Para os turistas, é cenário de um dos mais fascinantes cruzeiros do mundo. Como se não bastasse, há ainda as sensacionais praias de areia branca do Mediterrâneo e os corais do Mar Vermelho, que tornam o Egito um dos melhores pontos de mergulho do mundo e tanto para arrematar o banho de cultura e história deste belíssimo lugar.

O clima é bi estacional. O inverno vai de novembro a março, e o verão de maio a setembro, separados por curtos períodos de transição. Os invernos são moderadamente frios. Em Alexandria, os limites máximo e mínimo de temperaturas médias são de 11 e 18o C, e em Assuã, de 10 e 23o C.

Alexandria e o Mar Mediterrâneo

Alexandria e o Mar Mediterrâneo

Lugares que não podem deixar de visitar:

• As pirâmides de Quéops, Quéfren e Miquerinos.
• A Esfinge.
• Um cruzeiro pelo Rio Nilo. Utilize a felluca, tradicional veleiro egípcio.
• Uma visita ao Mar Vermelho, que possui mais de mil espécies de peixes e 450 tipos de corais.
• Os recifes do Estreito de Tirana.
• Parque Nacional Marinho de Ras Muhammad, onde se pode mergulhar.
• Os templos de Luxor e Karnak, para saber sobre o passado dos faraós
• Um passeio de camelo pelo deserto.
• O Vale dos Reis, com túmulos de 64 faraós
• A represa de Assuã
• Deir el-Bahri, monumento que abriga os restos da rainha Hatshepsut
• A capital Cairo.
• O museu do Cairo.

Curiosidades sobre o Egito:

1 – Os camelos são animais retráteis. Eles ficam deitados, compactados no chão até que ordenados a se levantarem.
2 – A moeda daqui é a Libra Egípcia (Egyptian Pound), que vale mais ou menos 1/10 da Libra Esterlina (ou seja, um Real compra aproximadamente 2,5 libras Egípcias).
3 – A população local, em grande maioria pessoas que vivem logo acima da linha da pobreza, vê o turista como uma mina de ouro. Somos abordados constantemente por pessoas querendo nos vender papiros, cartões postais e almofadas, gente abrindo a porta do carro e dando instruções para estacionar, etc. A insistência deles é irritante e mancha a experiência.
4 – A coisa mais chocante aqui são as rezas durante o dia. As mesquitas têm megafones apontados para a rua, e 5 vezes por dia o som alto dos “pastores” muçulmanos professando orações invade as ruas. Os locais parecem não se importar, mas para o forasteiro, essa proximidade da indecifrável lógica árabe assusta.
5 – O final de semana aqui é sexta e sábado. Domingo todo mundo trabalha. Sexta é o dia santo para os muçulmanos.
6 – Não existem a chuva e as nuvens. Os 70 milhões de Egípcios se amontoam na beirada do Nilo, o resto do país é um grande deserto.
7 – Nas grandes festas (casamentos, formaturas) não se bebe. O islã não permite. Claro que em baladas, bares e restaurantes bebe-se normalmente e tem até uma cerveja Egípcia famosa. Mas não vende cerveja no posto de gasolina…
8 – Menos da metade das mulheres usa aquele véu, e raríssimas são as que usam a burca. Como disse o Egito “pega leve” no policiamento religioso.
9 – Apesar de haver muita pobreza, não há crime. Você pode andar por aí à noite e ninguém te incomoda.
10 – Leis de transito, semáforos e faixas de pedestre são avanços da humanidade ainda não descobertos pelo Egito. O trânsito aqui é um caos de causar fliksk a qualquer 23 de maio na hora do rush. As ruas do Cairo são um amontoado de carros, ônibus, tratores, (muitas) carroças e pedestres, cada um indo em direções diferentes sem pedir muita licença. Numa rotatória, é pé no acelerador, mão na buzina, e seja o que Alá quiser…

Luxor

Luxor

A Viajante

Verão e Inverno na Suíça

Cenários majestosos nos Alpes, lagos de águas cristalinas, cidades medievais, esportes de inverno ou cruzar o país de bicicleta: a Suíça está de braços abertos para os turistas do mundo todo.
O país dos relógios precisos, dos fondues e das contas bancárias sigilosas tem 70% do território ocupado por montanhas, com destaque para a cadeia dos Alpes, a principal do país. Para descer dos pontos mais altos, os suíços capricharam nas alternativas. São mais de 200 estações de esqui. Nas cidades, a surpresa também está em cada detalhe das vilas medievais, dos museus e dos festivais de cultura. Tem também todo o luxo e o refinamento que cabem a uma nação com uma renda per capita de 36 mil dólares, uma das mais altas do mundo.
Conhecer a Suíça é uma experiência cultural interessante. O país é uma mistura única de três diferentes culturas a germânica, a francesa e a italiana , que semearam uma grande variedade de hábitos sem, no entanto, apagar a feição tipicamente suíça. Imagine se numa área do tamanho do estado do Rio de Janeiro fossem falados quatro diferentes idiomas. Além do alemão (o preferido entre os 7,2 milhões de habitantes), do francês (que domina o oeste) e do italiano (muito usado na região do Ticino), uma língua semelhante à que se falava na época do Império Romano o romanche ainda é usada por 0,5% das pessoas, que vivem em parte do cantão de Les Grisons.

No inverno, a Suíça recebe inumeros turistas de diversos países, são aproximadamente 50 picos de 4.000 metros arranham o céu. Logo abaixo deles, está situado um dos maiores centros de esportes de inverno da Europa – 29 deles acima de 2.800 metros ou mais. Nenhum outro país na Europa oferece tantas pistas como a Suíça – algumas delas com até 17 quilômetros de distância. A Suíça oferece algumas das melhores condições de neve nos Alpes. Afinal, os resorts de inverno suíços estão situados em média 400 metros acima de qualquer outro lugar na Europa. Além de 7.300 quilômetros de pistas e 5.000 quilômetros de trilhas, você vai encontrar mais de 500 quilômetros de pistas de tobogã na neve. A Suíça também oferece a maior rede do continente em trilhas para caminhadas, totalizando 2.500 quilômetros.

No verão também é possível fazer diversas atividades, com natureza abundante a Suíça oferece lagos nas motanhas para nado, escaladas sendo mais de 48 montanhas de mais de 4 mil metros de altura ou mesmo subir em um dos 600 teleféricos para conhecer os alpes.
São mais de 600 mil km de trilha para caminhadas que cortam toda a Suíça, os caminhos são bem marcados e cuidados, com diversos níveis de dificuldade.

Dicas de viagem para a Suíça:

Línguas:
Alemão (64%)
Francês (20%)
Italiano (7%)
Reto-romano (1 %)
Outros (8%)

Ponto mais alto: Dufour Peak, no maciço do Monte Rosa. 4.634 metros.
Ponto mais baixo: Lago Maggiore (Ticino), 193 metros.
Geleiras: 140
Lagos: 1.484

Segurança, saúde e seguros
A Suíça tem um dos menores índices de criminalidade entre os países industrializados. Mas e sempre bom ficar de olho em carteiras e malas em lugares movimentados. Comer ou beber fora não oferece riscos e a água da torneira e potável. Vacinas são exigidas apenas se o visitante esteve em uma área infectada nos últimos 14 dias. Seguro de viagem pessoal e altamente recomendável. Ele deve cobrir acidentes pessoais, doenças, perdas ou danos na bagagem assim como taxas de cancelamento.

Gorjeta
A taxa de serviço geralmente está incluída nas contas de restaurantes, hotéis e tarifas de taxi. A gorjeta extra não é esperada, porém apreciada.

Dinheiro
A moeda oficial do país permanece o Franco Suíço, geralmente indicado CHF ou SFr. Apesar da Suíça não fazer parte da Comunidade Européia e não ter convertido sua moeda para o Euro, muitos são indicados em Euros para que os visitantes possam comprá-los. Os comerciantes estão aceitando o Euro como forma de pagamento. Se houver troco, muito provavelmente será dado em francos suíços.

Horários do comércio
Horários de funcionamento:
Os escritórios funcionam geralmente das 8 as 12hs e das 14 as 17hs nos dias de semana e fecham aos finais de semana.

Tempo e clima
O clima e moderado sem calor, frio e umidade excessiva. De março a junho e de setembro a dezembro as temperaturas são amenas e podem variar de 5° a 22°C. Em junho e agosto. durante o dia variam de 18° a 28°C e janeiro e fevereiro -2°a +7’C. Dependendo da altitude, podem variar. As temperaturas na Suíças são apresentadas em graus célsius (°C).

Cia. Aérea
A SWISS esta operando atualmente cinco vôos semanais sem escala entre São Paulo e Zurique. Outras companhias aéreas também fazem vôos entre o Brasil e a Suíça com escala. Os aeroportos de Zurique e Genebra estão totalmente integrados a rede ferroviária e tem suas próprias estações de trem. Trens para as respectivas cidades saem a cada 10 a 20 minutos dos aeroportos. De hora em hora partem trens das estações dos aeroportos em direção as principais cidades.

A Viajante

Kivotos Club Hotel Deluxe

Hoje pela manhã encontrei um catalogo que havia ganhado na faculdade da The leading hotels of the world, para quem não sabe o que é, a The Leading é uma associação dos hotéis mais luxuosos do mundo, como há muitas opções no catalogo, escolhi por localização para fazer o post de hoje e o escolhido foi o Kivotos Club Hotel Deluxe localizado na Grécia.

Um magnífico complexo hoteleiro de elegante arquitetura imerso na bela paisagem natural de Mykonos. Kivotos Club hotel Deluxe foi construído sobre os princípios do respeito pelo meio ambiente e da tradição insular, recentemente, foi objeto de uma completa renovação em 2007. Os hóspedes desfrutaram das instalações de cinco estrelas e sentir-se-ão como em casa neste empreendimento de serviço atento e eficiente, de localização inigualável e com um tranqüilo horizonte paisagístico e exuberantes jardins como fundo.

O Kivotos Club hotel Deluxe dispõe de 40 quartos e suítes, cuja decoração, única e exclusiva em cada um deles, foi levada a cabo por famosos artistas e artesãos locais. O design é composto por diversos elementos como genuínas antiguidades, esculturas, fragmentos contemporâneos e mosaicos. Junto com o completo equipamento tecnológico que oferecem, proporcionam uma hospedagem perfeita para uma estada inesquecível.

Para descanso e bem-estar dos hospedes o hotel dispõe cinco piscina, sendo uma delas com água do mar e música ambiente sub-aquática, uma equipada sala de fitness, instalações balneárias, tratamentos de beleza, squash e um salão de jogos com bilhar e cyber café.
Nos dois restaurantes do hotel: o gourmet “La Meduse” e o tradicional “Le Pirate”, de destacada cozinha artística mediterrânea são realçadas com os sabores da região.

O Kivotos encontra-se também bem equipado para acolher celebrações privadas ou conferências, dispondo de uma elegante sala de conferências e de um iate de 25 metros, o “Prince de Neufchatel”.

Situado na magnífica baía de Ornos, o Kivotos Club Hotel Deluxe encontra-se a apenas dez minutos da cidade de Mykonos, do porto e do aeroporto. O hotel facilita um serviço de translado até ao centro de Mykonos (gratuito apenas na época de baixa temporada), assim como de ida e volta ao aeroporto.

Abaixo tabela de valores aproximados das diárias:
Valores para duas pessoas em aptos duplo

Quarto Standard, duplo. Bed & Breakfast US$ 327,00
Quarto Superior, duplo. Bed & Breakfast US$ 566,00
Quarto Superior Deluxe, duplo. Bed & Breakfast US$ 711,00
Suíte Junior, duplo. Bed & Breakfast US$ 828,00
Suíte, duplo. Bed & Breakfast US$ 944,00
Suíte Deluxe, duplo. Bed & Breakfast US$ 1.191,00
Suíte VIP, quadruplo. Bed & Breakfast US$ 1.437,00
Villa Noah, quadruplo. Bed & Breakfast US$ 3.339,00

Algumas imagens:

A viajante

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