Trilhas de São Paulo

Olá leitores queridos, queria me desculpar pela demora de um novo post, fiquei dodoí na semana passada e meu trabalho acabou acumulando um pouco, mas aqui estamos e hoje encontrei uma máteria super interessante sobre trilhas por São Paulo:
O Projeto “Trilhas de São Paulo” que foi uma iniciativa da secretária do meio-ambiente e da fundação florestal, pretende mostrar que um dos locais mais urbanizados do país também oferece ecoturismo para iniciantes e veteranos.
As 40 trilhas iniciais do projeto, distribuídas em 19 unidades de conservação por São Paulo, vão interligar ecossistemas, regiões e paisagens do Estado, assemelhando-se a outros programas internacionais, como o Appalachian National Scenic Trail (que interliga parte da Costa Leste dos EUA) e a Sendero de Chile (caminho que percorre de Norte a Sul do país).

Para estimular o desafio, foi criado o Passaporte para as Trilhas de São Paulo (vendido por R$ 5 na sede dos parques), um livrinho de bolso que traz um glossário e informações de cada um dos roteiros, com características e localização, mapa da área e nível de dificuldade do percurso (levando em conta tempo gasto para percorrê-lo, extensão, desnível, dificuldade do terreno e da atividade).
Fazem parte do passaporte trilhas nos parques estaduais de Ilhabela, da Campina do Encantado, de Campos do Jordão, Carlos Botelho, das Fontes do Ipiranga, Edmundo Navarro de Andrade, de Guarapiranga, de Porto Ferreira, do Itinguçu, de Assis, da Serra do Mar, do Jaraguá, de Vassununga, da Cantareira, da Ilha Anchieta, do Alto da Ribeira, Intervales, do Morro do Diabo e da Ilha do Cardoso.
Novas trilhas serão mapeadas para as próximas edições do passaporte, que também poderão conter informações de longos percursos (com duração de dois ou mais dias). Outro livro, voltado para as cavernas do Estado de São Paulo, também está nos planos.

Mais informações: http://www.trilhasdesaopaulo.sp.gov.br

Interessante não?

A Viajante

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Aventura a 65 km de São Paulo, conheça Atibaia!


Eu particularmente adoro este lugar, como moro em São Paulo é um bom refugio para o Fim de Semana ou simplesmente um bate-volta para descarregar as energias junto á natureza.
Trilhas, festas e muita aventura a apenas 65 quilômetros de São Paulo. Atibaia conserva o charme de uma cidade interiorana, com ótima infra-estrutura, diversas opções de divertimento para o turista e a famosa festa do morango, que acontece no mês de setembro. A infra-estrutura da cidade é boa, têm diversas opções de bares e restaurantes e muitos pontos turísticos interessantes, como praças, igrejas e museus.

É também uma ótima alternativa para os praticantes de vôo livre, trekking, para-glider e escalada, pois em Atibaia tem a bela Pedra Grande, uma área rochosa de 200 mil m², que está á 1.450 metros acima do mar. Lá de cima e com boa visibilidade é possível ver 7 diferentes municípios.

Falar de Atibaia é falar da Pedra Grande. A referência ao maior cenário turístico da cidade é inevitável. E não é por menos, nem por falta de merecimento. Além das grandiosas formas – avistadas com grande beleza em praticamente toda a cidade – estudos comprovam que são abençoados os que moram ao redor desta grande rocha.

Sua dimensão e formação geológica são responsáveis por um nível de energia cuja influência positiva se faz sentir intensamente até a um raio de 2.500 metros a partir do seu centro. A partir daí, surgem benefícios inúmeros, à saúde física, emocional e mental.
Atibaia conta com inúmeras opções de acomodação, como campings, albergues, hotéis econômicos e hotéis de luxo como o Bourbon Atibaia, subindo a Pedra Grande é possível encontrar a Ecopousada Pedra Grande, com boas acomodações e localização privilegiada em grande contato com a natureza.

Boas opções para turismo de aventura

Pedra Grande
Com 1.450 m é o ponto mais alto de Atibaia. De lá, pode avistar-se até os municípios vizinhos (Bragança Paulista, Piracaia, Jundiaí, Nazaré, etc.). Para chegar ao topo da pedra é necessário caminhar 4 quilômetros ou suba de carro que também é possível, porém o motorista tem que saber dirigir, então se caso tiver aquele amigo que é meio braço e tem um 1.0, peça para dirigir para não ter perigo de ficar atolado, mas sobre que sobre. Para os mais corajosos há a possibilidade de saltar de asa-delta e parapente.

Trilhas e caminhadas ecológicas
Visitando o Sítio Água Santa, o visitante terá a oportunidade de desfrutar de uma das mais belas paisagens da cidade. Localizado na serra da Pedra Grande, trata-se de uma ótima opção de entretenimento em Atibaia. Participe das trilhas e caminhadas que são realizadas em todos os fins de semana e feriados prolongados.

Trilha Subida
Essa trilha sai da estrada de Saibreiro e passa por inúmeras grutas e nascentes. A caminhada tem um total de 2 quilômetros e é de intensidade média.

Trilha do Cocoruto
Essa trilha sai da própria Pedra Grande e leva ao ponto mais alto da Serra do Itapetinga, oferecendo uma visão completa da região. São apenas 300 metros de caminhada leve.

A Viajante

Machu Picchu – Peru

Machu Picchu

Machu Picchu


Olá queridos leitores, desculpem a demora por um novo post, hoje vamos saber um pouco mais sobre Machu Picchu no Peru, os melhores lugares para se visitar.
Rodeada por um mágico silêncio, a 120Km do Cusco, sobre a vertente do rio Urubamba, está um dos mais belos monumentos arquitetônicos da terra. Considerado também como um lugar místico, gerador de energia vital, Machu Picchu (2.400 m de altitude) é admirável pela solidez da edificação, o equilibrado uso do espaço e o harmonioso complemento com o meio natural. O seu nome provém do vocábulario quenchua, que significa montanha velha. Está estrategicamente localizada para evitar a presença dos inimigos e rodeada por profundos cânions e impressionantes montanhas chamadas pelos incas de Apus ou deuses tutelares.
Machu Picchu foi totalmente construída em pedra, aproveitando todos os espaços, em harmonia com a funcionalidade. Destacam-se dois setores: a zona urbana, que compreende templos, palácios, praças, depósitos, ateliers, escadarias e fontes, entre outros: e a zona agrícola, conformada por vários tipos de escadarias ou terraços para o cultivo.
Santuário Histórico de Machu Picchu é uma área que foi tombada como Patrimônio Cultural e Natural da Humanidade pela UNESCO, em 1983.

Sugestão de roteiro:

Para melhor adaptação do corpo à altitude comece o passeio por La Paz. Fiquem pelo menos uns três dias na cidade. Faça as excursões locais. Custam em média US$ 14,00 cada.
Depois vá para Copacabana na Bolívia às margens do lago Titicaca (fica a quatro horas de viagem de La Paz em ônibus de turismo). O custo da passagem é menor que US$ 10,00. Durma pelo menos três noites aí.
Em seguida vá para Puno no Peru, também às margens do lago Titicaca (fica a duas horas de viagem de Copacabana em ônibus de turismo). O custo da passagem é menor que US$ 10,00. Durma pelo menos três noites aí.
De Puno siga para Cusco (são doze horas de trem ou dez horas de ônibus ou menos de uma hora de avião). O custo da viagem por terra é menor que US$ 15,00. De avião é de US$ 50,00.
E de Cusco siga para Machu Picchu (Em ônibus de turismo custo da passagem é menor que US$ 10,00) e fique lá em média 3 ou 4 dias.

Foto aérea da cidade de Lima

Foto aérea da cidade de Lima


Previsão de gastos:

Passagem aérea do Brasil até Lima (alta estação) US$ 500,00.
Diária de hotel em La Paz US$ 10,00.
Refeição em La Paz US$ 5,00.
Excursão (distante) em La Paz (1 dia) US$ 14,00.
Aluguel semanal de veículo (4×4) US$ 400,00.
Ônibus de turismo La Paz-Copacabana US$ 10,00.
Hotel em Copacabana US$ 7,00.
Refeição em Copacabana US$ 5,00.
Passeio às ilhas em Copacabana US$ 7,00.
Ingresso em ilha ou sítio arqueológico US$ 1,00.
Hotel em Puno US$ 10,00.
Passeio às ilhas em Puno US$ 7,00.
Ingresso em ilha ou sítio arqueológico US$ 1,00.
Excursão (distante) em Puno (1 dia) US$ 14,00.
Ônibus de turismo Puno-Cusco US$ 15,00.
Hotel em Cusco US$ 10,00.
Refeição em Cusco US$ 8,00
Excursão local US$ 10,00
Ingresso em museu ou sítio arqueológico US$ 1,00.
Trilha Inca por agência (inclui o ingresso) US$ 70,00
Ingresso para a Trilha Inca US$ 17,00
Acompanhante contratado (p/ Trilha Inca) US$ 25,00
Passagem de trem para Machu Picchu US$ 7,00
Você ainda pode reduzir estes preços se procurar hospedar-se em pousadas ou hotéis de categoria simples e também se viajar sempre de ônibus turístico (porém mais lentos).

Documentos exigidos:
Passaporte e comprovante de vacina contra a febre amarela (pode tomar no aeroporto internacional mais próximo de você – não se esqueça de pedir o comprovante internacional). Não é exigido visto para brasileiros.

Clima e temperatura:

O clima da região é semi-seco e frio. Chuvoso durante o verão (dezembro a março) e ensolarado entre maio e setembro, porém não são raros dias de chuviscos. A temperatura máxima alcança os 27 graus e a mínima raramente desce dos 11. Já houve casos em chegar a 4 graus centígrados.

Possível economia:

Conforme a época do ano (alta ou baixa temporada), as passagens aéreas para um mesmo local, tem preços diferentes. São mais caras nas altas temporadas. Os períodos são:
Altas temporadas de 10 de dezembro a 5 de março e de 25 de junho a 25 de julho.
Baixas temporadas de 06 de março a 24 de junho e de 26 de julho a 09 de dezembro.

Curiosidades:
-Em algumas cidades do Peru (em Lima, por exemplo) nas ruas e avenidas as quadras também são designadas por números. Isto facilita enormemente a localização das ruas transversais a uma determinada rua conhecida. Por exemplo, a Av. Casemiro Ulloa é transversal à Av. Benavides, entre as quadras 8 e 9.
-O lago Titicaca é o mais alto do mundo (3.815 m.s.). Sua água, em pontos distantes da margem, pode ser bebida. Suas dimensões extremas, em números redondos são 160 km x 60 km. Como ele pertence ao Peru e à Bolívia, os peruanos costumam dizer que “titi” é do Peru e “caca” (cocô) é da Bolívia.
-No povo Inca havia alguns costumes bastante avançados. Havia uma preocupação muito grande para que todas as crianças tivessem pais para criá-las. Antes de haver um casamento o casal vivia junto (com todas as obrigações conjugais) durante dois anos. Terminado este tempo, se quisessem, poderiam pedir permissão para casar. Também poderiam interromper a experiência em qualquer época, caso ela não estivesse dando certo. Durante a tempo de experiência a mulher tomava chás anticoncepcionais.
-Os Incas não possuíam escrita. A comunicação visual era feita por meio de cordéis coloridos, de tamanhos diferentes, paralelos, nos quais eram feitos nós.
-Os Incas cultivavam as encostas das montanhas empregando sistemas de terraços (grandes degraus), revestidos de pedra. Este sistema protegia as encostas das montanhas da erosão das chuvas. Estas construções existem até hoje.
-A maior festa de Cusco é a Inti Raymi a festa do deus Sol que acontece dia 24 de junho. Nesta ocasião não se encontram vagas nos hotéis de Cusco. É necessário fazer-se reserva com muita antecedência.
-Na região de Cusco fala-se Espanhol e Quéchua. Os discursos cívicos são feitos nas duas línguas.

Lago Titicaca

Lago Titicaca


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Egito – الإسكندرية

Sárcofago de múmia no museu de Alexandria

Sárcofago de múmia no museu de Alexandria

Ontem conversando com um colega de trabalho, falamos sobre alguns destinos que temos vontade de conhecer, um deles foi o Egito, por isso hoje vai um post sobre este exótico lugar.

Certo provérbio árabe afirma que “quem não viu o Cairo não viu o mundo”. Tremendo excesso de modéstia: o certo mesmo seria dizer “quem não viu o Egito não viu o mundo”. A lista de lugares de visita obrigatória é grandiosa: as pirâmides (claro!), o Rio Nilo, Luxor, o Templo de Abu Simbel, o Templo de Hórus, em Edfu Berço de uma das mais importantes civilizações da Antigüidade, o Egito atrai viajantes desde muito antes do nascimento de Cristo não só pelos monumentos faraônicos, mas também por sua impagável riqueza artística e arquitetônica, legado das dinastias islâmicas que se sucederam no poder ao longo dos séculos. E também de gregos, romanos, dos primeiros cristãos…
No nordeste da África, banhado ao norte pelo Mar Mediterrâneo e a leste pelo Mar Vermelho, o Egito fica bem na esquina da Ásia. Faz fronteira com a Faixa de Gaza, Israel e Líbia. Quase todo o país é desértico, menos as margens do Nilo e o seu fértil delta: 4% do mais de 1 milhão de quilômetros quadrados do território, onde se concentra quase todos os 70 milhões de habitantes a segunda maior população da África e a maior do mundo árabe. Para o povo, o rio garante água e energia e possibilita a agricultura. Para os turistas, é cenário de um dos mais fascinantes cruzeiros do mundo. Como se não bastasse, há ainda as sensacionais praias de areia branca do Mediterrâneo e os corais do Mar Vermelho, que tornam o Egito um dos melhores pontos de mergulho do mundo e tanto para arrematar o banho de cultura e história deste belíssimo lugar.

O clima é bi estacional. O inverno vai de novembro a março, e o verão de maio a setembro, separados por curtos períodos de transição. Os invernos são moderadamente frios. Em Alexandria, os limites máximo e mínimo de temperaturas médias são de 11 e 18o C, e em Assuã, de 10 e 23o C.

Alexandria e o Mar Mediterrâneo

Alexandria e o Mar Mediterrâneo

Lugares que não podem deixar de visitar:

• As pirâmides de Quéops, Quéfren e Miquerinos.
• A Esfinge.
• Um cruzeiro pelo Rio Nilo. Utilize a felluca, tradicional veleiro egípcio.
• Uma visita ao Mar Vermelho, que possui mais de mil espécies de peixes e 450 tipos de corais.
• Os recifes do Estreito de Tirana.
• Parque Nacional Marinho de Ras Muhammad, onde se pode mergulhar.
• Os templos de Luxor e Karnak, para saber sobre o passado dos faraós
• Um passeio de camelo pelo deserto.
• O Vale dos Reis, com túmulos de 64 faraós
• A represa de Assuã
• Deir el-Bahri, monumento que abriga os restos da rainha Hatshepsut
• A capital Cairo.
• O museu do Cairo.

Curiosidades sobre o Egito:

1 – Os camelos são animais retráteis. Eles ficam deitados, compactados no chão até que ordenados a se levantarem.
2 – A moeda daqui é a Libra Egípcia (Egyptian Pound), que vale mais ou menos 1/10 da Libra Esterlina (ou seja, um Real compra aproximadamente 2,5 libras Egípcias).
3 – A população local, em grande maioria pessoas que vivem logo acima da linha da pobreza, vê o turista como uma mina de ouro. Somos abordados constantemente por pessoas querendo nos vender papiros, cartões postais e almofadas, gente abrindo a porta do carro e dando instruções para estacionar, etc. A insistência deles é irritante e mancha a experiência.
4 – A coisa mais chocante aqui são as rezas durante o dia. As mesquitas têm megafones apontados para a rua, e 5 vezes por dia o som alto dos “pastores” muçulmanos professando orações invade as ruas. Os locais parecem não se importar, mas para o forasteiro, essa proximidade da indecifrável lógica árabe assusta.
5 – O final de semana aqui é sexta e sábado. Domingo todo mundo trabalha. Sexta é o dia santo para os muçulmanos.
6 – Não existem a chuva e as nuvens. Os 70 milhões de Egípcios se amontoam na beirada do Nilo, o resto do país é um grande deserto.
7 – Nas grandes festas (casamentos, formaturas) não se bebe. O islã não permite. Claro que em baladas, bares e restaurantes bebe-se normalmente e tem até uma cerveja Egípcia famosa. Mas não vende cerveja no posto de gasolina…
8 – Menos da metade das mulheres usa aquele véu, e raríssimas são as que usam a burca. Como disse o Egito “pega leve” no policiamento religioso.
9 – Apesar de haver muita pobreza, não há crime. Você pode andar por aí à noite e ninguém te incomoda.
10 – Leis de transito, semáforos e faixas de pedestre são avanços da humanidade ainda não descobertos pelo Egito. O trânsito aqui é um caos de causar fliksk a qualquer 23 de maio na hora do rush. As ruas do Cairo são um amontoado de carros, ônibus, tratores, (muitas) carroças e pedestres, cada um indo em direções diferentes sem pedir muita licença. Numa rotatória, é pé no acelerador, mão na buzina, e seja o que Alá quiser…

Luxor

Luxor

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Verão e Inverno na Suíça

Cenários majestosos nos Alpes, lagos de águas cristalinas, cidades medievais, esportes de inverno ou cruzar o país de bicicleta: a Suíça está de braços abertos para os turistas do mundo todo.
O país dos relógios precisos, dos fondues e das contas bancárias sigilosas tem 70% do território ocupado por montanhas, com destaque para a cadeia dos Alpes, a principal do país. Para descer dos pontos mais altos, os suíços capricharam nas alternativas. São mais de 200 estações de esqui. Nas cidades, a surpresa também está em cada detalhe das vilas medievais, dos museus e dos festivais de cultura. Tem também todo o luxo e o refinamento que cabem a uma nação com uma renda per capita de 36 mil dólares, uma das mais altas do mundo.
Conhecer a Suíça é uma experiência cultural interessante. O país é uma mistura única de três diferentes culturas a germânica, a francesa e a italiana , que semearam uma grande variedade de hábitos sem, no entanto, apagar a feição tipicamente suíça. Imagine se numa área do tamanho do estado do Rio de Janeiro fossem falados quatro diferentes idiomas. Além do alemão (o preferido entre os 7,2 milhões de habitantes), do francês (que domina o oeste) e do italiano (muito usado na região do Ticino), uma língua semelhante à que se falava na época do Império Romano o romanche ainda é usada por 0,5% das pessoas, que vivem em parte do cantão de Les Grisons.

No inverno, a Suíça recebe inumeros turistas de diversos países, são aproximadamente 50 picos de 4.000 metros arranham o céu. Logo abaixo deles, está situado um dos maiores centros de esportes de inverno da Europa – 29 deles acima de 2.800 metros ou mais. Nenhum outro país na Europa oferece tantas pistas como a Suíça – algumas delas com até 17 quilômetros de distância. A Suíça oferece algumas das melhores condições de neve nos Alpes. Afinal, os resorts de inverno suíços estão situados em média 400 metros acima de qualquer outro lugar na Europa. Além de 7.300 quilômetros de pistas e 5.000 quilômetros de trilhas, você vai encontrar mais de 500 quilômetros de pistas de tobogã na neve. A Suíça também oferece a maior rede do continente em trilhas para caminhadas, totalizando 2.500 quilômetros.

No verão também é possível fazer diversas atividades, com natureza abundante a Suíça oferece lagos nas motanhas para nado, escaladas sendo mais de 48 montanhas de mais de 4 mil metros de altura ou mesmo subir em um dos 600 teleféricos para conhecer os alpes.
São mais de 600 mil km de trilha para caminhadas que cortam toda a Suíça, os caminhos são bem marcados e cuidados, com diversos níveis de dificuldade.

Dicas de viagem para a Suíça:

Línguas:
Alemão (64%)
Francês (20%)
Italiano (7%)
Reto-romano (1 %)
Outros (8%)

Ponto mais alto: Dufour Peak, no maciço do Monte Rosa. 4.634 metros.
Ponto mais baixo: Lago Maggiore (Ticino), 193 metros.
Geleiras: 140
Lagos: 1.484

Segurança, saúde e seguros
A Suíça tem um dos menores índices de criminalidade entre os países industrializados. Mas e sempre bom ficar de olho em carteiras e malas em lugares movimentados. Comer ou beber fora não oferece riscos e a água da torneira e potável. Vacinas são exigidas apenas se o visitante esteve em uma área infectada nos últimos 14 dias. Seguro de viagem pessoal e altamente recomendável. Ele deve cobrir acidentes pessoais, doenças, perdas ou danos na bagagem assim como taxas de cancelamento.

Gorjeta
A taxa de serviço geralmente está incluída nas contas de restaurantes, hotéis e tarifas de taxi. A gorjeta extra não é esperada, porém apreciada.

Dinheiro
A moeda oficial do país permanece o Franco Suíço, geralmente indicado CHF ou SFr. Apesar da Suíça não fazer parte da Comunidade Européia e não ter convertido sua moeda para o Euro, muitos são indicados em Euros para que os visitantes possam comprá-los. Os comerciantes estão aceitando o Euro como forma de pagamento. Se houver troco, muito provavelmente será dado em francos suíços.

Horários do comércio
Horários de funcionamento:
Os escritórios funcionam geralmente das 8 as 12hs e das 14 as 17hs nos dias de semana e fecham aos finais de semana.

Tempo e clima
O clima e moderado sem calor, frio e umidade excessiva. De março a junho e de setembro a dezembro as temperaturas são amenas e podem variar de 5° a 22°C. Em junho e agosto. durante o dia variam de 18° a 28°C e janeiro e fevereiro -2°a +7’C. Dependendo da altitude, podem variar. As temperaturas na Suíças são apresentadas em graus célsius (°C).

Cia. Aérea
A SWISS esta operando atualmente cinco vôos semanais sem escala entre São Paulo e Zurique. Outras companhias aéreas também fazem vôos entre o Brasil e a Suíça com escala. Os aeroportos de Zurique e Genebra estão totalmente integrados a rede ferroviária e tem suas próprias estações de trem. Trens para as respectivas cidades saem a cada 10 a 20 minutos dos aeroportos. De hora em hora partem trens das estações dos aeroportos em direção as principais cidades.

A Viajante

Paraty, conta com a magia da Praia do Sono


Acredito que muitas pessoas também não conheçam essa paradisíaca e mágica praia em Paraty a Praia do Sono, para falar a verdade mesmo que já tenha trabalhado em agência de turismo não tinha escutado muitas opiniões, até que uma amiga minha da faculdade visitou esta praia e confirmou a magia do lugar.

A Praia do Sono em Paraty, uma linda vila de pescadores que se adaptou para o eco turismo e apesar de ser um pouco isolada tem uma estrutura razoável em termos de camping e bares. Além do mar, também possui algumas belas cachoeiras cujo rio deságua na extremidade sudeste da praia. Recebeu este nome devido à sua geografia. Acontece que por causa das altas montanhas por trás de suas areias, o sol demora a aparecer, convidando os nativos e visitantes a darem uma “esticada” no sono pela manhã. É uma praia oceânica, fica fora da Baía da Ilha grande, portanto possui ondas propícias para a prática do surf.
Esta praia fica no roteiro de quem faz a travessia da Ponta da Joatinga (Saco do Mamanguá – Martins de Sá – Condomínio Laranjeiras), entretanto podemos chegar até lá após uma hora de caminhada a partir de um estacionamento próximo ao Condomínio Laranjeiras, a trilha é fácil. Neste mesmo local tem um ponto final de ônibus que sai de Paraty.
Para quem não quer andar ou está com muita carga, existem barcos que fazem o traslado do píer do condomínio ao Sono e vice-versa. Mas somente quando as condições do mar permitem. Lembre-se sempre de levar lanterna, pois no Sono não tem energia elétrica.

Localização
Para chegar até Laranjeiras de carro, entre no trevo de Patrimônio, localizado na Rio-Santos e comece a subir a ladeira que dá acesso a Trindade. No alto do Morro tem uma bifurcação, esquerda vai para Laranjeiras, direita Trindade.

Alguns Campings na Praia do Sono
Todos os campings cobram em média R$ 10,00 ao dia, por pessoa.
Antônio Roots
Dona Ismênia
Seu Almerindo
Seu Dácio
Camping do Lineu – Com água quente
Alguns Campings têm barco para fazer o percurso do Sono até o Condomínio Laranjeiras e vice e versa.

Dicas e informações gerais
De dia faz bastante sol e calor, porém a noite faz frio e é bom levar casacos e cobertores.
A praia do Sono tem onda para surf que entra de Sul, por isso dá pra levar sua prancha.
Lembre-se sempre de levar utensílios como talheres, panelas, lanterna, um bom protetor solar e muito repelente.
Lá tem diversos lugares para comer, como PF’s que variam de R$ 8,00 á R$ 12,00.
O dia todo toca muito reggae pela praia.
É bom saber que a Praia do Sono é uma praia diferente, as pessoas que visitam estão lá para descansar e curtir o que a natureza oferece, se você está procurando badalação e muita farra, procure outra praia por que esta não é para você.

A Viajante

Tailândia um Sonho de Consumo

A Tailândia para muitos é um sonho de consumo, sendo um dos mais exóticos países asiáticos, a Tailândia é uma nação que mistura cores, sabores, culturas e religiões, onde a cultura ancestral se encontra com a modernidade em luxuosos hotéis e praias deslumbrantes. Com um povo extremamente simpático, o país atrai cada vez mais turistas interessados em sua rica história, gastronomia requintada e paisagens naturais misturadas aos arranha-céus das grandes cidades.
Na Tailândia o turista tem a oportunidade de conhecer, além de praias e metrópoles, ilhas badaladas, como Pukhet, e tranqüilas vilas situadas em meio a montanhas, onde vivem diferentes etnias, como as conhecidas mulheres-girafa.
A primeira visita a Bangkok pode ser determinante para se gostar ou não dessa vibrante cidade asiática.
Longe das imagens estereotipadas que os ocidentais fazem das cidades do Oriente, a capital da Tailândia é uma metrópole de quase sete milhões de habitantes, com economia bem resolvida, em contínua expansão industrial, rodeada por tráfego pesado, ar um tanto poluído, prédios altos por todos os lados, avenidas movimentadas, grandes centros comerciais e enorme movimentação de negócios.

Tailândia

Tailândia

Vistos e vacinas
Passaporte com validade mínima de seis meses é exigido para se entrar no país.
O governo tailandês é bastante flexível em questões de imigração: visitantes de 59 países, entre esses os brasileiros, podem obter vistos de entrada de 30 dias ao entrarem na Tailândia.

Fuso horário
A Tailândia tem horário adiantado 10 horas em relação ao horário oficial de Brasília.

Por que ir?
Lazer (praias, bares, night life)
Cultura (música, dança, museus, ruínas ancestrais e traços de história espalhados por todo o país)
Esportes (mergulho, trekkings e lutas marciais)
Religião (o budismo mantém milhares de templos e monastérios)
Tratamentos (massagens, terapias e spas) Artesanato (esculturas, mobiliário, sedas, tecidos, prataria e ourivesaria)
Shopping (as principais marcas européias e norte-americanas mantêm filiais tailandesas)
Culinária (os mil sabores da cozinha thai, milhares de restaurantes de todas nacionalidades, além de cursos voltados a profissionais e amadores)
Aventura (explorar reservas florestais, percorrer regiões montanhosas ou navegar pelo rio Mekong)
Estudos (cursos de línguas asiáticas ou atividades ligadas a turismo e hotelaria).

Onde ficar
Para quem viaja com orçamento menor, há literalmente milhares de opções de hospedagem, de Norte a Sul.
Aliás, a hotelaria “thai” proporciona escolhas que vão das suítes luxuosas de preços consideraveis a bangalôs simples à beira-mar e albergues.
Para quem viaja por conta própria, vale conhecer alguns sites indicadores de hotéis na Tailândia (abaixo). O Brasil está muito distante do padrão tailandês de hospedar com profissionalismo, estilo e bons serviços.
[www.asiatravel.com/thailand.html]
[www.thailandhotels.net]

Custos
A moeda tailandesa é o bath (B$). Um dólar equivale a 38 B$.
Os custos na Tailândia podem ser considerados bastante razoáveis em relação a outros destinos da Ásia, como Japão, Coréia do Sul, Hong Kong ou Taiwan.
Comer fora sempre é muito barato, mesmo em restaurantes de padrão superior. Nos locais populares e shoppings, uma refeição completa custa em média US$ 2.
Transportes aéreos, trens, barcos e ônibus também têm custos baixos. Um passe-livre de trem, com direito a 20 dias de uso por todas as linhas ferroviárias do país, pode custar a bagatela de US$ 100.
Roupas e artesanato, geralmente produtos de boa qualidade, também têm custo baixo, embora existam estabelecimentos de luxo e antiquários com preços condizentes aos produtos e raridades oferecidos.

Gorjetas
Não se deve nunca deixar gorjetas para os tailandeses, por ser considerado ofensivo.

Hotel de luxo em Koh Lanta

Hotel de luxo em Koh Lanta

A Viajante

O Momento da China

China

China

Oi pessoal, hoje com o final das olimpíadas de Beijing vai um especial China, com pontos turisticos, informações gerais, dicas ao turista e curiosidades:

Como todos devem saber a China é um país com recursos turísticos muito diversificados: magníficas montanhas, belos rios, fontes, e cataratas, os preciosos recursos da fauna e flora específicas, assim como rica arte arquitetônica e relíquias culturais e famosos recantos turísticos. As paisagens naturais e culturais se complementam e se destacam. O País faz fronteira com países como Coréia, Rússia, Afeganistão, Índia, Paquistão, Curdistão, Nepal, Butão, Burma, Laos e Vietnã. A China possui um dos desertos mais áridos do mundo (Gobi) e uma das melhores terras aráveis também, o país tem 5.400 ilhas, sendo Taiwan a maior delas, e Hainan, a segunda. Das 19 montanhas com mais de 7.000 metros de altura no mundo, sete estão localizadas na China.
Por isso, há muito o que fazer e ver na China: de montanhas nevadas e praias a vilarejos tradicionais e grandes cidades, passando por palácios e ruínas de construções milenares, templos religiosos e milagres da arquitetura. Antes de embarcar na viagem, no entanto, é bom planejá-la corretamente. Dependendo do número de dias que pretende passar lá, vale a pena debruçar-se sobre um guia turístico do país e traçar um roteiro que permita aproveitar o que há de melhor do território chinês. A seguir, você conhecerá um pouco mais sobre o país das olimpíadas 2008.

Pechinchar sempre: os chineses têm o hábito de pechinchar e esperam que o viajante também pechinche. Barganhe o preço das tarifas de hotéis e de produtos em lojas, feiras de rua, bazares noturnos e bancas de suvenires.

Vá de táxi: somente se você mesmo contratar o serviço. Chamar um táxi por meio do hotel custa quatro vezes mais do que se você for na rua e acenar para um veículo que passa.

Culinária: os chineses sentem-se ofendidos quando o estrangeiro faz cara feia para as comidas exóticas que são servidas no país. Como apenas 10% da terra é cultivável, fica difícil alimentar uma população de 1,3 bilhão de pessoas. Para matar a fome de toda essa gente, os chineses se habituaram a aproveitar e transformar em iguaria tudo o que é possível comer: de musgo a intestino de frango, de algas marinhas a escorpiões e cachorro. Por isso, antes de pedir algum prato, informe-se do que ele é feito. E se errar no pedido e receber um prato de insetos ou de ensopado de animais domésticos, respire fundo e coma sem fazer cara de nojo ou pensar em devolver a refeição. Você pode até gostar. Deixar o prato intacto é um insulto para os chineses.

Gato por lebre: a maioria das antigüidades à venda nos mercados é falsa. E, a não ser que você seja especialista é arriscado comprar esse tipo de produto na China. Caso você seja conhecedor, cuidado. Antigüidades produzidas até 1795 não podem sair do país.

Banheiros públicos: a maioria dos banheiros públicos na China ainda são buracos no chão para serem usados de cócoras. Leve sempre seu rolo de papel higiênico, pois vai precisar dele quando usar um desses banheiros.

Água:nem toda água da China é potável, principalmente as que saem das torneiras. Na dúvida, vá de água mineral engarrafada.

O auge da temporada turística da China é entre junho e setembro, a época mais quente do ano, com temperatura média de 32ºC. É ainda uma época difícil para locomover-se de uma atração turística a outra, já que boa parte da população também está viajando. Coloque na mala roupas leves, camisetas e bermudas se for pra lá no verão. No inverno, as temperaturas podem baixar a até -25ºC, por isso, leve um agasalho à prova d’água e de vento, luvas, malha de lã, meias quentes e calçados resistentes.

Documentação: Para entrar na China é necessário passaporte válido por no mínimo 6 meses e visto.
Vacinas: Certifique-se de estar em dia com as vacinas contra pólio e tétano e vacine-se contra hepatites A e B e tifo. Vacina contra febre amarela é necessária para os visitantes que vêm de áreas endêmicas da doença.
Passeios: Todas as atrações da China cobram ingresso, e isso inclui mosteiros, templos e parques.
Idioma: O idioma oficial da China é o putonghua (língua comum), conhecido como mandarim.
Fuso Horário: A diferença de fuso-horário da China para o Brasil (Brasília) é de 16 horas. Prepare-se para o período de adaptação quando chegar lá.
Dinheiro: A moeda chinesa é o yuan (renminbi ou dinheiro do povo), e há muito dinheiro falso circulando. Lojistas costumam examinar grandes quantias e recusar notas muito danificadas. Na China não há conversão do Real para o yuan. Para comprar a moeda chinesa, você deve ter em mãos dólar, euro, libra ou yen.

Bom, agora é só comprar a passagem e visitar o país.

A Viajante