8 dicas para escolher um Albergue


Escolher um albergue nem sempre é fácil para os que nunca se hospedaram neste tipo de acomodação. Há lugares que é muito difícil chegar a uma conclusão, sendo que vários deles têm muitos defeitos e você acaba tentando escolher aquele que parece ter menos.

1º – Você realmente quer se hospedar em um albergue?

Não é todo mundo que gosta de albergue. A falta de privacidade e de serviços oferecidos em hotéis incomoda algumas pessoas, principalmente se estão viajando em casal. Quem busca albergue quer simplicidade, baixo custo, conhecer gente e não se importa com barulho. Se esse não é seu perfil, quem sabe não é melhor procurar um hotelzinho mais barato, como um Íbis da vida, ou até mesmo um mais simples perto de uma estação de trem – a diferença em dinheiro acaba não saindo tão grande se você está em 2 pessoas (se estiver sozinho, aí sai mais caro). Se o único problema é a privacidade, pesquise se o albergue que você quer não tem quartos para 2 pessoas, separados dos dormitórios coletivos. Sai um pouco mais caro, mas você aproveita o que a área comum de um albergue (o grande diferencial em relação a um hotel) tem a oferecer.

2º – Decidido a ficar num albergue, quanto você quer gastar?

Depois de ter decidido ficar em albergues, compreenda que a diferença de preços entre eles é bem pequena (às vezes, 1, 2 ou 5 euros), mas em compensação a qualidade pode variar drasticamente em função dessa pequena variação de preços. Cidades mais concorridas como Paris têm camas em dormitórios custando em média 20 a 24 euros. Lugares mais simples, no interior (Subúrbio), podem ter preços em torno de 8 euros a cada. O importante é que você não deixe de ficar num albergue ou em outro por causa de 1 ou 2 euros a mais por dia. Descubra a faixa de preços de cada cidade e tente se manter nela. Albergues vivem da fama que têm com seus clientes (propaganda de boca á boca) e quem apela para baixar os preços é porque não tem fama muito boa. Vale à pena abrir um pouquinho a mão e ficar naquele que todo mundo recomenda.

3º – Você quer sair à noite ou só passear de dia?

Essa pergunta é essencial para definir a localização do seu albergue. Se você é do tipo que não sai à noite, vai ser melhor escolher seu albergue em função dos pontos turísticos que deseja conhecer. Quanto mais perto deles, melhor. Se você gosta de sair à noite, escolha albergues próximos de bairros boêmios. À noite, geralmente o metrô fecha, os ônibus diminuem a freqüência e os táxis ficam mais caros. Além disso, nunca é bom andar sozinho e bêbado numa cidade estranha na escuridão.
Outra conseqüência dessa resposta é o fato de ser ou não importante o toque de recolher. Alguns albergues adotam a política do curfew(toque de recolher): a portaria fecha determinada hora da noite e só abre na manhã seguinte, ninguém entra e ninguém sai, salvo exceções como o pagamento por chaves extras. Se você quer sair à noite, evite albergues com curfew; prefira os que têm portaria 24hs ou que disponibilizam senhas e cartões para entrar sozinho no albergue à hora que você quiser. Se você não sai à noite, isso é indiferente.

4º – Você quer conhecer gente no albergue ou só vai usá-lo pela acomodação?

Conhecer gente em albergue é uma das melhores formas de aproveitar viagens feitas sozinho, grupo de amigos ou até em casal (Aqueles que sejam mais desencanados). Para isso, é essencial escolher albergues que tenham áreas comuns animadas, com barzinho, lounge, área coletiva para usar internet, piscina, sala de jogos, etc. Nesses ambientes, acaba-se conhecendo gente para jantar fora junto, sair à noite e até fazer partes da viagem juntos. Os mais badalados geralmente são os mais recomendados. Se já está com a sua turma ou sua namorada, isso vai ser meio indiferente para você.

5º – Você quer encontrar brasileiros no albergue ou não?

Tem gente que adora encontrar brasileiros no exterior; tem gente que odeia. Para evitar ficar só falando português no albergue, fuja dos albergues recomendados em guias escritos em português (como o “Guia Criativo para o Viajante Independente na Europa”) ou os mais comentados em comunidades brasileiras no Orkut. É neles que a maioria da galera se concentra. Se a idéia é encontrá-los, aí não tem erro – vá direto aos recomendados.

6º – Você quer cozinhar sua própria comida?

Verifique bem a política do albergue com relação à alimentação. Alguns disponibilizam cozinha coletiva, panelas, pratos, até mesmo massa para cozinhar, ficam próximos a supermercados, estimulando você a fazer sua comida. Outros simplesmente não têm cozinha e proíbem trazer alimentos de fora e alguns possuem restaurante que serve o café da manhã, almoço e jantar.

7º – Você quer paz e tranqüilidade ou agito?

Isso está muito ligado á 4ª questão referida acima. Pesquise se o lugar que você quer é do tipo certinho (alguns parecem um internato ou um convento de freiras) ou se é do tipo largadão (com histórias de sexo dentro dos quartos e uso de drogas tolerado). Não ser compatível com o estilo do albergue é dor de cabeça na certa. O lugar onde isso fica mais evidente é Amsterdam.

8º – Outras conveniências…

Procure saber coisas como possibilidade de reserva mediante simples pagamento de uma taxinha, ou necessidade de depósito integral das diárias. O horário de check in e check out (alguns mandam sair até às 10hs da manhã; outros só permitem que se chegue depois das 15hs) pode ser determinante na forma como você organiza suas viagens (por isso é aconselhável marcar viagens entre as cidades para o meio-dia). Procure descobrir se o seu albergue tem lock out (período em que é proibido ficar no albergue, para que a limpeza seja feita). Às vezes, isso pode ser um pé no saco se a sua intenção é sair até tarde e dormir até tarde no dia seguinte. Descubra, ainda, se o seu albergue tem lockers individuais ou se é só uma sala para guardar bagagens, ou ainda se há lockers em número limitado, para quem chegar primeiro. Nada melhor do que ficar tranqüilo em relação às suas coisas. Veja também se há café da manhã, se ele é opcional ou já está incluído na diária. Se for opcional e achar muito caro, talvez seja melhor tomar seu café numa lojinha de conveniência ali por perto ou mesmo numa feira livre.
Pronto agora é só confirmar a reserva antes de ir, para não ter problema se a cidade estiver lotada.
Lembrando que temos a Hostelling International para melhores pesquisas e destinos, galera vai aí o site: http://www.hihostels.com

A Viajante

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Hostelling International – Albergues pelo Brasil e pelo mundo

>Acredito que muitas pessoas ainda não conheçam a Hostelling International, esta empresa se define como uma associação de albergues e hostels pelo Brasil e pelo mundo, de um forma mais prática, segura, cultural e barata de se viajar.
Com cerca de mais de 3,7 milhões de associados, mas de 4 mil albergues em 70 países, 300 mil leitos e 34 milhões de pernoites em todo o mundo. A Hostelling International contribui com US$ 1,5 bilhão por ano para a economia do turismo mundial.
A filosofia desta associação é que jovens de todo o mundo conheçam, através do Hostelling International, países, cidades, culturas e costumes diferentes e aprendam a respeitar as peculiaridades de cada povo e a conviver em sociedade, contribuindo para formação do jovem. Os hostels prezam pelo espírito de amizade, o sentimento de solidariedade e o desejo de viajar. Ser alberguista é sobretudo amar a liberdade, dignificar a convivência humana e o respeito. O sucesso do alberguismo repousa na missão e na filosofia que estão enraizadas no movimento.
Nessa classificação de hospedagem (albergues) eles oferecem uma maneira diferente de hospedar, na maioria deles os quartos são compartilhados e os banheiros também, em alguns deles dividem quartos somente para mulheres e outro para homens. Todos também possuem cozinha compartilhada com todos os utensílios necessários e lavanderia.

Valor aproximado de diária em alguns albergues pelo mundo

América do Sul: Buenos Aires (U$12), Bariloche(U$12), Mendoza(U$10), Cardoba (U$), Ushuaia (U$12, ) Santigo(U$15), Montevideo ( U$13), Cuzco(U$20), Lima (U$13,50).

América do Norte: New York (U$ 40),Boston( U$ 35) Los Angeles (U$ 22), Chicago (U$36), Honolulu ( U$ 18), Philadelfia( U$ 20), S.Francisco (U$ 22), S.Diego (U$ 26),Seattle( U$25,50) Toronto (U$ 26), Vancouver (U$ 30).

Europa: Lisboa (€ 14), Barcelona (€ 24),Madrid (€ 20) Paris (€ 22), Roma (€ 19), Florença (€ 16), Veneza (€ 21), Viena (€ 19), Berlim (€ 24), Frankfurt (€ 22), Amsterdam (€31), Bruxelas(€17).Londres (£ 25), Atenas (€20), Praga (€17), Budapest (€18).

Abaixo segue foto de um quarto de albergue:
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A Viajante

Tailândia um Sonho de Consumo

A Tailândia para muitos é um sonho de consumo, sendo um dos mais exóticos países asiáticos, a Tailândia é uma nação que mistura cores, sabores, culturas e religiões, onde a cultura ancestral se encontra com a modernidade em luxuosos hotéis e praias deslumbrantes. Com um povo extremamente simpático, o país atrai cada vez mais turistas interessados em sua rica história, gastronomia requintada e paisagens naturais misturadas aos arranha-céus das grandes cidades.
Na Tailândia o turista tem a oportunidade de conhecer, além de praias e metrópoles, ilhas badaladas, como Pukhet, e tranqüilas vilas situadas em meio a montanhas, onde vivem diferentes etnias, como as conhecidas mulheres-girafa.
A primeira visita a Bangkok pode ser determinante para se gostar ou não dessa vibrante cidade asiática.
Longe das imagens estereotipadas que os ocidentais fazem das cidades do Oriente, a capital da Tailândia é uma metrópole de quase sete milhões de habitantes, com economia bem resolvida, em contínua expansão industrial, rodeada por tráfego pesado, ar um tanto poluído, prédios altos por todos os lados, avenidas movimentadas, grandes centros comerciais e enorme movimentação de negócios.

Tailândia

Tailândia

Vistos e vacinas
Passaporte com validade mínima de seis meses é exigido para se entrar no país.
O governo tailandês é bastante flexível em questões de imigração: visitantes de 59 países, entre esses os brasileiros, podem obter vistos de entrada de 30 dias ao entrarem na Tailândia.

Fuso horário
A Tailândia tem horário adiantado 10 horas em relação ao horário oficial de Brasília.

Por que ir?
Lazer (praias, bares, night life)
Cultura (música, dança, museus, ruínas ancestrais e traços de história espalhados por todo o país)
Esportes (mergulho, trekkings e lutas marciais)
Religião (o budismo mantém milhares de templos e monastérios)
Tratamentos (massagens, terapias e spas) Artesanato (esculturas, mobiliário, sedas, tecidos, prataria e ourivesaria)
Shopping (as principais marcas européias e norte-americanas mantêm filiais tailandesas)
Culinária (os mil sabores da cozinha thai, milhares de restaurantes de todas nacionalidades, além de cursos voltados a profissionais e amadores)
Aventura (explorar reservas florestais, percorrer regiões montanhosas ou navegar pelo rio Mekong)
Estudos (cursos de línguas asiáticas ou atividades ligadas a turismo e hotelaria).

Onde ficar
Para quem viaja com orçamento menor, há literalmente milhares de opções de hospedagem, de Norte a Sul.
Aliás, a hotelaria “thai” proporciona escolhas que vão das suítes luxuosas de preços consideraveis a bangalôs simples à beira-mar e albergues.
Para quem viaja por conta própria, vale conhecer alguns sites indicadores de hotéis na Tailândia (abaixo). O Brasil está muito distante do padrão tailandês de hospedar com profissionalismo, estilo e bons serviços.
[www.asiatravel.com/thailand.html]
[www.thailandhotels.net]

Custos
A moeda tailandesa é o bath (B$). Um dólar equivale a 38 B$.
Os custos na Tailândia podem ser considerados bastante razoáveis em relação a outros destinos da Ásia, como Japão, Coréia do Sul, Hong Kong ou Taiwan.
Comer fora sempre é muito barato, mesmo em restaurantes de padrão superior. Nos locais populares e shoppings, uma refeição completa custa em média US$ 2.
Transportes aéreos, trens, barcos e ônibus também têm custos baixos. Um passe-livre de trem, com direito a 20 dias de uso por todas as linhas ferroviárias do país, pode custar a bagatela de US$ 100.
Roupas e artesanato, geralmente produtos de boa qualidade, também têm custo baixo, embora existam estabelecimentos de luxo e antiquários com preços condizentes aos produtos e raridades oferecidos.

Gorjetas
Não se deve nunca deixar gorjetas para os tailandeses, por ser considerado ofensivo.

Hotel de luxo em Koh Lanta

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