Trilhas de São Paulo

Olá leitores queridos, queria me desculpar pela demora de um novo post, fiquei dodoí na semana passada e meu trabalho acabou acumulando um pouco, mas aqui estamos e hoje encontrei uma máteria super interessante sobre trilhas por São Paulo:
O Projeto “Trilhas de São Paulo” que foi uma iniciativa da secretária do meio-ambiente e da fundação florestal, pretende mostrar que um dos locais mais urbanizados do país também oferece ecoturismo para iniciantes e veteranos.
As 40 trilhas iniciais do projeto, distribuídas em 19 unidades de conservação por São Paulo, vão interligar ecossistemas, regiões e paisagens do Estado, assemelhando-se a outros programas internacionais, como o Appalachian National Scenic Trail (que interliga parte da Costa Leste dos EUA) e a Sendero de Chile (caminho que percorre de Norte a Sul do país).

Para estimular o desafio, foi criado o Passaporte para as Trilhas de São Paulo (vendido por R$ 5 na sede dos parques), um livrinho de bolso que traz um glossário e informações de cada um dos roteiros, com características e localização, mapa da área e nível de dificuldade do percurso (levando em conta tempo gasto para percorrê-lo, extensão, desnível, dificuldade do terreno e da atividade).
Fazem parte do passaporte trilhas nos parques estaduais de Ilhabela, da Campina do Encantado, de Campos do Jordão, Carlos Botelho, das Fontes do Ipiranga, Edmundo Navarro de Andrade, de Guarapiranga, de Porto Ferreira, do Itinguçu, de Assis, da Serra do Mar, do Jaraguá, de Vassununga, da Cantareira, da Ilha Anchieta, do Alto da Ribeira, Intervales, do Morro do Diabo e da Ilha do Cardoso.
Novas trilhas serão mapeadas para as próximas edições do passaporte, que também poderão conter informações de longos percursos (com duração de dois ou mais dias). Outro livro, voltado para as cavernas do Estado de São Paulo, também está nos planos.

Mais informações: http://www.trilhasdesaopaulo.sp.gov.br

Interessante não?

A Viajante

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O Momento da China

China

China

Oi pessoal, hoje com o final das olimpíadas de Beijing vai um especial China, com pontos turisticos, informações gerais, dicas ao turista e curiosidades:

Como todos devem saber a China é um país com recursos turísticos muito diversificados: magníficas montanhas, belos rios, fontes, e cataratas, os preciosos recursos da fauna e flora específicas, assim como rica arte arquitetônica e relíquias culturais e famosos recantos turísticos. As paisagens naturais e culturais se complementam e se destacam. O País faz fronteira com países como Coréia, Rússia, Afeganistão, Índia, Paquistão, Curdistão, Nepal, Butão, Burma, Laos e Vietnã. A China possui um dos desertos mais áridos do mundo (Gobi) e uma das melhores terras aráveis também, o país tem 5.400 ilhas, sendo Taiwan a maior delas, e Hainan, a segunda. Das 19 montanhas com mais de 7.000 metros de altura no mundo, sete estão localizadas na China.
Por isso, há muito o que fazer e ver na China: de montanhas nevadas e praias a vilarejos tradicionais e grandes cidades, passando por palácios e ruínas de construções milenares, templos religiosos e milagres da arquitetura. Antes de embarcar na viagem, no entanto, é bom planejá-la corretamente. Dependendo do número de dias que pretende passar lá, vale a pena debruçar-se sobre um guia turístico do país e traçar um roteiro que permita aproveitar o que há de melhor do território chinês. A seguir, você conhecerá um pouco mais sobre o país das olimpíadas 2008.

Pechinchar sempre: os chineses têm o hábito de pechinchar e esperam que o viajante também pechinche. Barganhe o preço das tarifas de hotéis e de produtos em lojas, feiras de rua, bazares noturnos e bancas de suvenires.

Vá de táxi: somente se você mesmo contratar o serviço. Chamar um táxi por meio do hotel custa quatro vezes mais do que se você for na rua e acenar para um veículo que passa.

Culinária: os chineses sentem-se ofendidos quando o estrangeiro faz cara feia para as comidas exóticas que são servidas no país. Como apenas 10% da terra é cultivável, fica difícil alimentar uma população de 1,3 bilhão de pessoas. Para matar a fome de toda essa gente, os chineses se habituaram a aproveitar e transformar em iguaria tudo o que é possível comer: de musgo a intestino de frango, de algas marinhas a escorpiões e cachorro. Por isso, antes de pedir algum prato, informe-se do que ele é feito. E se errar no pedido e receber um prato de insetos ou de ensopado de animais domésticos, respire fundo e coma sem fazer cara de nojo ou pensar em devolver a refeição. Você pode até gostar. Deixar o prato intacto é um insulto para os chineses.

Gato por lebre: a maioria das antigüidades à venda nos mercados é falsa. E, a não ser que você seja especialista é arriscado comprar esse tipo de produto na China. Caso você seja conhecedor, cuidado. Antigüidades produzidas até 1795 não podem sair do país.

Banheiros públicos: a maioria dos banheiros públicos na China ainda são buracos no chão para serem usados de cócoras. Leve sempre seu rolo de papel higiênico, pois vai precisar dele quando usar um desses banheiros.

Água:nem toda água da China é potável, principalmente as que saem das torneiras. Na dúvida, vá de água mineral engarrafada.

O auge da temporada turística da China é entre junho e setembro, a época mais quente do ano, com temperatura média de 32ºC. É ainda uma época difícil para locomover-se de uma atração turística a outra, já que boa parte da população também está viajando. Coloque na mala roupas leves, camisetas e bermudas se for pra lá no verão. No inverno, as temperaturas podem baixar a até -25ºC, por isso, leve um agasalho à prova d’água e de vento, luvas, malha de lã, meias quentes e calçados resistentes.

Documentação: Para entrar na China é necessário passaporte válido por no mínimo 6 meses e visto.
Vacinas: Certifique-se de estar em dia com as vacinas contra pólio e tétano e vacine-se contra hepatites A e B e tifo. Vacina contra febre amarela é necessária para os visitantes que vêm de áreas endêmicas da doença.
Passeios: Todas as atrações da China cobram ingresso, e isso inclui mosteiros, templos e parques.
Idioma: O idioma oficial da China é o putonghua (língua comum), conhecido como mandarim.
Fuso Horário: A diferença de fuso-horário da China para o Brasil (Brasília) é de 16 horas. Prepare-se para o período de adaptação quando chegar lá.
Dinheiro: A moeda chinesa é o yuan (renminbi ou dinheiro do povo), e há muito dinheiro falso circulando. Lojistas costumam examinar grandes quantias e recusar notas muito danificadas. Na China não há conversão do Real para o yuan. Para comprar a moeda chinesa, você deve ter em mãos dólar, euro, libra ou yen.

Bom, agora é só comprar a passagem e visitar o país.

A Viajante